Sem clima no PMDB

Kátia avança no “flerte" com PDT, mas também estuda o PSB de Amastha, diz revista Época

Foto: Divulgação
A revista Época diz que o namoro da senadora Kátia Abreu (PMDB) com o PDT tem ficado cada vez mais sério. Na última semana, ela abriu sua casa, em Brasília, para o presidente da legenda, Carlos Lupi, e prometeu dar resposta ao convite da legenda até junho.

Conforme Época, Kátia também manteve conversas com o PSB, de Carlos Siqueira, que, no Tocantins, está sob comando de um adversário dela, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, como a senadora, também pré-candidato a governador.

A revista disse que Kátia está certa de que tem de deixar o PMDB. Desde o impeachment, a senadora tem sido vista com reservas pelos caciques do partido, lembrou Época, em virtude de sua proximidade com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Os políticos mais próximos de Kátia Abreu, hoje, são os rebeldes Renan Calheiros (PMDB-AL) e Roberto Requião (PMDB-PR).

Às lideranças do PDT e do PSB, Kátia Abreu pediu um tempo para, antes de oficializar a filiação, ter perspectivas sobre os desdobramentos das delações da Odebrecht. Segundo a revista, a senadora teme que atrapalhe sua candidatura ao governo do Tocantins. Na lista de Fachin, a senadora era conhecida como “Machado”, e teria recebido R$ 500 mil em duas prestações nas eleições de 2014.

Reacionária
O prefeito Carlos Amastha disse ao blog que recebeu ligação do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, nesta quinta-feira, 20, que negou qualquer possibilidade de ingresso de Kátia na legenda. “Nem converso com essa reacionária sobre isso”, disse Siqueira a Amastha, segundo relato do próprio prefeito Carlos Amastha.

- Matéria atualizada às 13h52

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Cleber Toledo

É jornalista desde 1992, com passagens por jornais em Paraná, São Paulo e Tocantins. Fundador do site Cleber Toledo.
ct@clebertoledo.com.br
(Foto CT: Ademir dos Anjos)

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