Cursos Especiais

segunda, 18 de maio de 2009, às 11h 10min

O OBCURSOS PALMAS oferece diversificados cursos para você. São cursos de excelência para que se alcance os mais renomados órgãos públicos. ]São vinte anos de experiência nessa área.

Os professores vêm de Brasília para ministrar o que melhor há em concursos públicos. Atualizados e autores de obras importantes do meio, eles sentem prazer em estar numa terra promissora como é Palmas. Todos eles, sem exceção, sentiram vontade de ficar mais em sua estada, e todos voltaram e voltarão sempre que solicitados, pois amam o que fazem e perceberam em Palmas um potencial forte para os estudos.

A estrutura do Obcursos Palmas oferece confortáveis cadeiras universitárias, salas climatizadas, estimulação cromoterápica, atendimento personalizado e eficiente, material didático de excelência, aulas especificamente voltadas para concursos, direcionadas para as bancas examinadoras, localização privilegiada. Isso tudo para que você tenha um espaço seguro para sua aprovação.

Aqui, no Obcursos Palmas, você estuda, aprende e passa nos primeiros lugares! Faça como GINA LEITE GOULART, que estudo no Obcursos Palmas e passou em primeiro lugar no HFA - Hospital das Forças Armadas - em Brasília! Isso mesmo: ela foi a Brasília e, concorrendo com todos os concurseiros de lá, conquistou o primeiro lugar! Você também pode ter seu lugar no serviço público, e nós, do Obcursos Palmas, ajudaremos você nesse sonho.

 
Ligue para nós e se informe sobre nossos cursos: 63 3213-1005


Prof. Diego Amorim

BRONCA!!!

segunda, 11 de maio de 2009, às 10h 36min

Pessoal,

Vejo que o acesso ao blog é muito bom e que participam da enquete da semana.

Este blog é para vocês! Portanto, utilizem-no sempre, mas DEIXEM SEU COMENTÁRIO, UMA PERGUNTA, UMA CURIOSIDADE.

Assim poderemos interagir melhor.

Um abraço a todos.
 
Prof. Diego Amorim

Vamos à resposta da enquete da semana passada!

sexta, 08 de maio de 2009, às 20h 41min

"Farei um protesto__________________ Administração."

Meus amigos,

Nessa vocês não foram bem! A resposta da maioria à enquete da semana passada foi "junto à", com 85%. Por um vício na linguagem chamado de hipercorreção - tentar corrigir o que já está certo e errar por isso -, nós temos o impulso de marcar "junto à" como correto porque cremos ser a forma mais bonita, mais erudita e rebuscada. Porém, incorremos em erro, pois "junto à" significa "ao lado de". Vejamos:

1. "junto da" significa "ao lado da". Ex.: Ficaremos junto da moça até que seu frio passe.

2. "junto na" significa que estaremos juntos em algum lugar. Ficaremso juntos na Administração pois não quero ficar sozinho.

3. "junto com a" significa que a administração será sua parceira. Irei junto com eles à festa.

4. "na" siginifica dentro de, nela. Ex.: Farei um protesto na Administração. Essa é a respsota correta da enquete, pois siginifca lugar onde se fará o protesto. Apenas 9% votaram nessa opção como correta.



Farei um protesto__________________ Administração.

junto da............................................ .4%
junto na............................................ .0%
junto com a..................................... .0%
na....................................................... 9%
junto à............................................. 85%

Pronomes de Tratamento

segunda, 04 de maio de 2009, às 11h 45min

 Breve História dos Pronomes de Tratamento:

O uso de pronomes e locuções pronominais de tratamento tem larga tradição na língua portuguesa. De acordo com Said Ali, após serem incorporados ao português os pronomes latinos tu e vos, “como tratamento direto da pessoa ou pessoas a quem se dirigia a palavra”, passou-se a empregar, como expediente lingüístico de distinção e de respeito, a segunda pessoa do plural no tratamento de pessoas de hierarquia superior. Prossegue o autor:

“Outro modo de tratamento indireto consistiu em fingir que se dirigia a palavra a um atributo ou qualidade eminente da pessoa de categoria superior, e não a ela própria. Assim aproximavam-se os vassalos de seu rei com o tratamento de vossa mercê, vossa senhoria (...); assim usou-se o tratamento ducal de vossa excelência e adotaram-se na hierarquia eclesiástica vossa reverência, vossa paternidade, vossa eminência, vossa santidade.”

A partir do final do século XVI, esse modo de tratamento indireto já estava em voga também para os ocupantes de certos cargos públicos. Vossa mercê evoluiu para vosmecê, e depois para o coloquial você. E o pronome vós, com o tempo, caiu em desuso. É dessa tradição que provém o atual emprego de pronomes de tratamento indireto como forma de dirigirmo-nos às autoridades civis, militares e eclesiásticas.

Concordância com os Pronomes de Tratamento:

Os pronomes de tratamento (ou de segunda pessoa indireta) apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a terceira pessoa. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência conhece o assunto”.

Da mesma forma, os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria nomeará seu substituto” (e não “Vossa ... vosso...”).

Já quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.

Emprego dos Pronomes de Tratamento:

Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento obedece a secular tradição. São de uso consagrado:

Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

a) do Poder Executivo;

Presidente da República;

Vice-Presidente da República;

Ministros de Estado;

Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;

Oficiais-Generais das Forças Armadas;

Embaixadores;

Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial;

Secretários de Estado dos Governos Estaduais;

Prefeitos Municipais.

b) do Poder Legislativo:

Deputados Federais e Senadores;

Ministros do Tribunal de Contas da União;

Deputados Estaduais e Distritais;

Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais;

Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.

c) do Poder Judiciário:

Ministros dos Tribunais Superiores;

Membros de Tribunais;

Juízes;

Auditores da Justiça Militar.

O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Senhor Senador,

Senhor Juiz,

Senhor Ministro,

Senhor Governador,

No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a seguinte forma:

A Sua Excelência o Senhor

Fulano de Tal

Ministro de Estado da Justiça

70064-900 – Brasília. DF


A Sua Excelência o Senhor

Senador Fulano de Tal

Senado Federal

70165-900 – Brasília. DF


A Sua Excelência o Senhor

Fulano de Tal

Juiz de Direito da 10a Vara Cível

Rua ABC, no 123

01010-000 – São Paulo. SP


Em comunicações oficiais, está abolido o uso do tratamento digníssimo (DD), às autoridades arroladas na lista anterior. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.

Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é:

Senhor Fulano de Tal,

(...)

No envelope, deve constar do endereçamento:

Ao Senhor

Fulano de Tal

Rua ABC, no 123

12345-000 – Curitiba. PR

Como se depreende do exemplo acima, fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.

Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.
 Prof. Diego Amorim

Passos para a Redação

segunda, 04 de maio de 2009, às 11h 39min

 PRIMEIRO PASSO: Levantar idéias.


Assim que você recebe sua proposta de redação, uma série de idéias sobre o assunto vem a sua cabeça. Procure registrar os pensamentos no papel. Fatos, informações, opiniões, tudo. Não se preocupe se a lista parece desordenada.

Imagine que você recebeu como proposta de redação o tema: poluição dos rios.

É óbvio que as idéias não vão aparecer do nada. Procure relacionar causa, conseqüência, solução e tudo mais que possa ajudar.


SEGUNDO PASSO: organizar as idéias.


Temos um conjunto desorganizado de idéias sobre um tema, porém percebemos que podemos agrupar alguns tópicos. Certamente alguns aspectos pensados serão desprezados. O importante é você buscar um posicionamento sobre o tema proposto.


TERCEIRO PASSO: definir o seu posicionamento em relação ao tema.


O tema proposto precisa ser limitado a um posicionamento. Você não conseguirá abarcar todas as facetes do tema. É preciso escolher uma idéia principal.

Observe alguns possíveis posicionamentos sobre o tema:

Causas do aumento da poluição no Brasil.
A atuação do governo no combate à poluição.
Poluição e educação.


QUARTO PASSO: encontrar as idéias que darão suporte à sua idéia principal.


Uma boa idéia principal não significa grande coisa se não encontrarmos argumentos consistentes para demonstrar nosso posicionamento.


QUINTO PASSO: iniciar o parágrafo de desenvolvimento, pois é com ele que se começa um texto, assim se evita a fuga ao tema, e o famoso branco – ficar olhando para o folha em branco sem saber sequer por onde começar, geração espontânea não serve ao concurso.
 

Prof. Diego Amorim

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