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Divulgado resultado final do Concurso do Quadro Geral do Tocantins; clique aqui e confira

Posse deve acontecer conforme contratos temporários forem acabando
Da Redação

A AOCP divulgou nesta segunda-feira, 12, o resultado final do concurso do Quadro Geral do Estado. As provas aconteceram entre o final do mês de agosto e início do mês de setembro. No dia 20 de dezembro está prevista a publicação do Ato de Homologação do Resultado Final.

O concurso ofereceu 6.352 vagas em todo o Estado. Desse número, 4.503 terão posse imediata. Para o nível superior, foram oferecidas 1.330 vagas, 2.470 para nível médio, 713 para ensino fundamental. As 1.839 vagas restantes irão compor o quadro reserva. As vagas estão distribuídas em 123 cargos diferentes.

Comunicado

Edital nº 017/2012 - Resultado e Classificação dos Candidatos 

Resultado e Classificação - Nível Fundamental 

Resultado e Classificação - Nível Médio 

Resultado e Classificação - Nível Técnico 

Resultado e Classificação - Nível Superior

Posse
Conforme o secretário da Administração Lúcio Mascarenhas explicou ao CT a partir de janeiro de 2013 dois fatores acontecerão simultaneamente no Tocantins: os contratos assinados por 24 meses não poderão ser renovados, como estipulado na Lei; e substituindo esses contratos temporários que foram encerrados, o governo dará posse aos concursados do Quadro Geral. No total, devem ser substituídos 5.874 contratos temporários por servidores efetivos.

“Não vamos pegar 4.513 pessoas para tomar posse imediatamente em 1º de janeiro. Conforme vai terminando os contratos temporários e nós vamos substituindo por esses concursados. Depois tem o cadastro de reserva para aquilo que for precisando depois”, disse o secretário.

Concurso cheio de erros
Essa é a segunda tentativa do Estado de fazer um concurso do quadro geral. A primeira tentativa ocorreu no governo Marcelo Miranda (PMDB), em 2009. Primeiramente, foi anunciado, em novembro de 2008, que a Fundação Unitins seria a responsável pelo concurso, com um total de 6.352 vagas. Depois, a Unitins subcontratou a Fundação Universa para a realização do Certame.

Inicialmente, a Unitins anunciou que a fundação tinha sido contratada, sem licitação, por R$ 445.120 para "elaboração de questões de múltipla escolha, formatação, confecção, impressão, empacotamento e endereçamento dos cadernos de provas no número exato de candidatos inscritos". Depois, com a publicação do extrato do contrato no Diário Oficial do Estado, descobriu-se que o valor era muito superior ao anunciado: R$ 1.370.051,20. Desse total, conforme o CT apurou, a Universa chegou a receber cerca de R$ 900 mil.

As provas foram realizadas no dia 15 de fevereiro de 2009, e as primeiras denúncias de erros surgiram no mesmo dia. Os cartões de respostas de algumas provas apresentam defeitos de confecção. Professores avaliaram provas do certame e disseram que o concurso apresentou erros nas questões elaboradas, que podiam ser alvo de recursos por parte dos candidatos. Ao todo, 1.394 pessoas protocolaram 6.827 recursos, entre os dias 18 e 19 de fevereiro.

Depois de uma série de erros na divulgação dos gabaritos e ações judiciais, o concurso foi suspenso pela Justiça e, por fim, cancelado em definitivo no início do atual governo, e 18 de fevereiro do ano passado.

Clique aqui e confira cronologia de erros
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