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PF e PM desarticulam quadrilha de estelionatários em Araguaína

De acordo com a PF, o grupo agia falsificando documentos e se passando por militares do Exército e da Marinha do Brasil
Da Redação

A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Polícia Militar de Colinas do Tocantins (PM), prendeu na sexta feira, 14, três integrantes de uma quadrilha especializada em fraudar o Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com a PF, a quadrilha agia falsificando documentos e se passando por militares do Exército e da Marinha do Brasil, conseguiam obter financiamentos junto a instituições financeiras visando adquirir veículos nas revendas autorizadas de Araguaína.

Os integrantes, identificados cinco até o momento, conseguiram financiar dois veículos de luxo há poucos dias e quando se preparavam para adquirir o terceiro veículo foram flagrados por policiais federais, que prenderam um dos integrantes no momento em que este assinava o contrato com a financeira, bem como outras duas pessoas, que davam apoio financeiro e logístico aos membros da quadrilha, foram presos em seguida na cidade de Colinas do Tocantins.

Outros dois integrantes conseguiram empreender fuga, mas já foram identificados pela Polícia Federal e será representado por suas prisões.

Com um dos detidos foi encontrada uma motocicleta BIZ/125/2012 que também encontra-se irregular, pois trata-se de veículo conhecido como “FINAN”, possivelmente adquirida da mesma forma que a quadrilha vinha atuando em Araguaína.

Para praticar os golpes, os integrantes utilizavam-se de um carro locado de uma empresa de Colinas, a qual está ameaçada de perder seu bem, pois com a situação delineada, o veículo Peugeot provavelmente não será mais devolvido, pois foi utilizado para a fuga de dois membros da quadrilha.

Até agora foi contabilizado R$ 155 mil de prejuízo ao sistema financeiro.

Os detidos confirmaram suas respectivas participações nos delitos, cada um deles segundo suas ações.

Os três presos foram encaminhados à Casa de Prisão Provisória de Araguaína e irão responder pelos crimes de formação de quadrilha, receptação, uso de documento falso e crimes contra o sistema financeiro, com penas que variam de um a seis anos cada uma, que somadas, chegam a dezenove anos de reclusão.